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Curso superior ainda é decisivo para garantir emprego
Diploma também possibilita ao profissional ganhar 140% a mais que o trabalhador que parou os estudos
05/12/2018

Na hora da contratação a formação acadêmica é mais decisiva e melhor remunerada. Pesquisa realizada pelo Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) em parceria com a Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais) indica que a experiência prática não tem o mesmo peso e o diferencial diante do diploma de nível superior. O levantamento, feito entre 13 de novembro e 3 de dezembro de 2017 por formulário on-line, avaliou a percepção das pessoas sobre relação entre ter uma graduação e a perspectiva de crescimento profissional e o impacto dessa formação ao procurar uma colocação profissional.

Outra pesquisa recente e relevante, encabeçada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), revela que com um diploma de nível superior na mão, um trabalhador brasileiro ganha, em média, 140% a mais do que o profissional que parou os estudos no ensino médio. Em um exemplo simples, isso quer dizer que, se um trabalhador com nível médio ganha R$ 1.000, outro com curso superior ganhará R$ 2.400.

Ao analisar o fenômeno, a OCDE destaca que no Brasil apenas 15% das pessoas entre 25 e 64 anos terminaram a faculdade. É menos do que a metade da média global (37%), e também abaixo do verificado em Argentina, Colômbia e Chile - todos na casa dos 22%.

Gênero
O relatório também mostra a disparidade salarial em função do gênero: mulheres de 25 a 64 anos recebem, em média, 65% dos rendimentos aferidos entre os homens - tanto as com nível médio como as com nível superior completo. Entre os países da OCDE, a média é de 74% para nível superior e de 79% para ensino médio.

Menos desemprego
Além dos salários maiores, profissionais com ensino superior têm taxa de desemprego menor – 40% inferior à dos profissionais de nível médio. Levantamento realizado pelo jornal Folha de S.Paulo em agosto de 2017 mostra que a taxa de desemprego entre os profissionais com ensino superior foi de 6,4% no segundo trimestre do ano. Para aqueles com ensino médio completo, a taxa é de 14,6%.

Buscar conhecimento neste momento em que o mundo vive a era digital, é imprescindível para a sustentabilidade da carreira e a manutenção de oportunidades no mercado de trabalho. 

Assessoria de imprensa